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| Ranking Final 2009 da FNS...surpreendente! |
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Ao contrário do que todos esperavam, inclusivamente os intervenientes directos bem como alguns responsáveis da FNS, André Lima conseguiu manter o primeiro lugar do referido ranking por apenas 0,5 pontos (!!!), sendo seguido por João Caiano. De facto, e como já foi sobejamente analisado e discutido, o sistema de ranking actual é de facto muito pouco intuitivo e induz a algumas situações menos esperadas, uma vez que não é fácil para o comum jogador compreender quantos pontos irá ganhar no final de um torneio, situação que obviamente não é totalmente esclarecedora e motivadora, e que causa algum incómodo a grande parte dos jogadores do Circuito. A fechar o top 3 classificou-se Diogo Mendes, seguido por Matthew Theodoris, Rui Soares, Carlos Mendes, José Aguiar, Rui Cruz, Pedro Dâmaso e Hugo Cabral, respectivamente, ficando assim fechado o top 10. Pode consultar na secção Torneios e Rankings o ranking completo. |
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O Presidente da FNS lamenta sobretudo a falta de decoro e o facilitismo com que alguns, muitos deles sem sequer serem associados da FNS, debitam algumas afirmações puramente gratuitas e que colocam em causa o bom nome ou o carater das pessoas em causa. Teríamos todos a ganhar se falassemos apenas quando tivessemos genuínas questões a apresentar (e as apresentassemos directamente e em primeiro lugar a quem melhor nos pode responder) ou informações relevantes a dar. Para que as contribuições de cada um possam realmente fazer alguma diferença não poderemos cair no tipo de contribuição fácil como a sua.
É triste, lamentável e injusto para o André.
Mas este sistema é o que existe, e talvez seja o sistema que as pessoas ignorantes, de má fé e sem fairplay merecem.
obrigado pela sua resposta que foi bastante esclarecedora
--
José Carlos Pereira
A sua intenção é de louvar mas quanto às suas sugestões, que agradeço, tenho os seguintes comentários:
"* publicar os pontos em jogo antes do torneio"
Como sabe, no nosso sistema, a quantidade de pontos a disputar em cada torneio para os primeiros 24 classificados depende da qualidade do torneio (sendo que esta depende dos pontos do ranking dos 16 cabeças de série e do valor do prize money) e das bonificações que cada atleta consegue obter. A partir do 25º lugar as pontuações são fixas e iguais em todos os torneios.
Portanto, para os primeiros 24 não é possível saber com precisão os pontos antes do torneio mas é possível saber o valor base (sem as bonificações) logo que as inscrições estejam encerradas oficialmente.
Pode-se, em épocas futuras, publicar este valor no dia em que se afixam os horários do torneio.
"* colocar uma calculadora no site para que qualquer pesssoa possa validar a pontuação"
Enfim, parece-me uma boa piada sobre o assunto...
"* fornecer as ferramentas para que as pessoas mais desconfiadas possam fazer as contas em casa (excel com as fórmulas, etc)"
É mais complicado do que parece...
As ferramentas são um conjunto de folhas de cálculo exel interligadas aos ficheiros dos quadros de resultados e seria mais complicado que útil a sua divulgação. O que se pode fazer é publicar uma cópia em PDF da tabela final do cálculo do ranking para os atletas verificarem a pontuação.
Relembro, no entanto, que sempre que algum atleta teve dúvidas sobre os pontos atribuídos, as tabelas de cálculo foram verificadas e explicado o porquê dos valores calculados, mesmo quando o atleta não faz um esforço para perceber o mecanismo de pontuação. Ou seja, em qualquer altura, qualquer atleta pode pedir explicações das pontuações calculadas para o ranking em qualquer dos torneios do circuito.
Portanto, nunca aceitei de ânimo leve (nem nunca aceitarei) que alguém venha a pôr em causa a honestidade (no sentido em que a complexidade do sistema esconderia formas de adulteração dos valores calculados) da feitura do ranking (ou do mecanismo de cálculo dos quadros competitivos para os torneios, por exemplo). Quem o fez/faz só pode ser por ignorância, má fé ou por falta de fair play (ou não é pessoa de bem).
Cumprimentos cordias,
--
Bruno Dias
Presidente da FNS
De qq forma, criticar é fácil.
Nenhum sistema será consensual.
Havendo um, é torná-lo o mais claro possível.
Algumas acções simples que podiam ajudar a evitar as suspeitas:
* publicar os pontos em jogo antes do torneio
* colocar uma calculadora no site para que qualquer pesssoa possa validar a pontuação
* fornecer as ferramentas para que as pessoas mais desconfiadas possam fazer as contas em casa (excel com as fórmulas, etc)
Deste modo, ninguém alguma vez poderia apontar o dedo à federação.
--
Jose Carlos Pereira
Ao contrário do que afirma, nada no meu comentário anterior, faz ou pretendia fazer transparecer, qualquer falta de empenho da FNS e dos seus membros, no trabalho que efectuam para que todas as provas e campeonatos sejam um sucesso, até porque tenho o previlégio de manter um contacto quase semanal com algumas dessas pessoas e tenho alguma noção do trabalho e empenhamento que isso envolve, pelo menos por algumas delas.
Limitei-me a descrever uma situação que presenciei "in loco" e que me pareceu estranha pois o seu lugar ficou vazio até ao inicio da final e a sublinhar o facto de que a presença do Presidente da FNS nas actividades(torneios) organizados pela FNS ser efectivamente muito rara.
Ficaram as suas explicações sobre o assunto!
Cumprimentos
De facto PSA ou ATP são realidades diferentes da nossa e mesmo entre elas, se bem que seja bastante interessante reflectir acerca do facto de uma "máquina" como a ATP tem reformulado por inteiro no último ano o seu sistema de ranking de forma a torná-lo mais uniforme e atractivo.
Ainda assim e recorrendo a exemplos mais locais, rankings como o de Almada (embora não contemple lugar a lugar) ou o do Circuito de Lisboa (que é baseado no Circuito Junior da ESF) penso que são bons exemplos de simplicidade e efectividade.
Ainda assim, concordo consigo quando afirma que um ranking não deve ser demasiado simplista (se bem que todos sabemos que um ranking nunca reflectirá a realidade absoluta) e considero mesmo ser uma questão bem mais complexa do que há primeira vista possa parecer.
O mais interessante é que no fundo se possam trocar ideias e tentar sempre melhorar e aperfeiçoar o que já existe, nomeadamente no que respeita ao assunto do ranking, e para isso contribui certamente a sua opinião e esclarecimento como Presidente da FNS, algo que espero que num futuro próximo possa acontecer mais vezes nos mais variados assuntos que envolvem o nosso squash.
Um abraço
Concordo no geral com o que disseste. Apenas para referir que o cálculo do ranking do PSA ou do ATP não é tão imediato como afirmas. É no entanto mais simples porque não têm em consideração as bonificações, o valor dos atletas que entram no torneio (têm apenas em consideração o valor do prize money), a depreciação ao longo do tempo e não têm placas ou calssificação lugar a lugar.
Portanto, a nossa única discordância é sobre se o tradeoff compensa ou não. Do nosso (Direcção da FNS) ponto de vista compensa.
A simplificação ao ponto das pessoas facilmente saberem quantos pontos arrecadam assim que acaba o torneio obrigaria a um sistema de tal maneira simplista que seria injusto (por xemplo, não seria muito apelativo se a meio do ano já estivesse decidido o título, não era?)...
Um abraço,
--
Bruno Dias
De facto o artigo não está assinado e peço desculpa pelo facto, mas uma vez que a grande maioria dos artigos/notícias são da minha autoria, tendo a não assinar. Prometo que irei corrigir este pormenor.
Quanto ao ranking em si, e apesar de matematicamente o compreender bem, ele é de facto confuso para o comum jogador que acaba o seu torneio e de forma rápida deseja saber quantos pontos ganhou, algo que na minha opinião o torna por vezes pouco efectivo para os praticantes e que leva a algumas surpresas, tal como a que aconteceu.
Recordo por exemplo alguns rankings usados em Espanha, o ranking PSA ou por outro lado o ranking ATP, em que as pontuações são claras e de muito fácil cálculo, permitindo assim um maior interesse e emoção, quer por parte dos praticantes bem como dos seguidores da modalidade.
Poderá certamente argumentar que o sistema da FNS será mais justo e completo e pondera outros factores que não são contemplados nos que referi. Ainda assim, na minha opinião e pensando no "trade-off" entre ambas as opções, continuo a preferir um mais simplista.
Prova do que afirmo relativamente a alguma confusão na interpretação do ranking foi precisamente o facto de quer alguns dos atletas envolvidos bem como alguns elementos da FNS terem admitido durante e após o torneio que com o resultado que viria a acontecer, seria o João Caiano o primeiro classificado no ranking final!
Cumprimentos
(Peço desculpa por não endereçar este comentário mas não encontrei a identificção do autor do texto/artigo...)
O sistema de Ranking utilizado pela FNS não é de facto fácil de aplicar no sentido em que dá algum trabalho o cálculo dos pontos atribuídos a cada atleta, sobretudo por causa do sistema de bonificação mas parece-me intuitivo no sentido em que se perceberá com facilidade os elementos que compõem o seu cálculo.
Mais ainda no caso do primeiro e último torneios do ano, em que o sistema de bonificação não é aplicável, como todos sabem. Nestes dois torneios a pontuação que cada atleta alcança pode ser calculada antecipadamente, assim que as inscrições estão fechadas e é conhecida a lista dos cabeças de série.
Assim, em 5 minutos podia saber-se de antemão que este último torneio daria 83.0, 74.1, 66.5 e 61.5 pontos aos 4 primeiros classificados. Logo, bastaria ao André Lima garantir o 3º lugar para ficar em primeiro lugar do ranking e não depender de ninguém.
Quanto à explicação da feitura do ranking e do sistema de bonificação, aconselho a leitura do regulamento desportivo da FNS para uma explicação genérica e respectivos detalhes do cálculo. Estou também sempre ao dispôr para alguma dúvida ou explicação, concreta ou generalista sobre este tema.
Cumprimentos,
--
Bruno Dias
Presidente da FNS
A ausência forçada do Presidente, que não é do Porto, deveu-se a motivos profissionais de última hora. Além disso, atente no seguinte:
- A presença do Presidente nas provas do circuito é, com certeza, importante, mas não é essencial, sobretudo quando a Direcção da FNS pode ser bem representada por outros elementos da Direcção (incluindo Vice-Presidentes).
- Não havendo orçamento disponível para deslocações torna a deslocação dos elementos da Direcção, apenas para fins representativos, mais difícil.
- Havendo impedimentos profissionais e restrições orçamentais, o Presidente tem que escolher algumas provas para estar presente e, nesse sentido, faz questão de estar presente nos Campeonatos Nacionais (Individual e por Equipas) e final do circuito nacinal e noutras provas onde, no mínimo, não haja limitações profissionais à sua presença. Infelizmente, este ano,
não foi possível ao Presidente estar presente nesta última prova, como tem sido, de resto, hábito, mas garantiu que a representação da equipa directiva estaria condignamente assegurada (o lugar vago do Presidente deveria, por isso, estar ocupado pelo Vice-Presidente).
- Ao contrário do que o seu comentário transparece, todos os elementos da Direcção, incluindo o seu Presidente, trabalharam muito para que esta e todas as provas do circuito e dos campeonatos nacionais pudessem correr da melhor forma, mesmo quando depois não podem estar presentes fisicamente na final.
Dito isto, o Presidente pede desculpa aos que estiveram presentes, mas posso assegurar que o Presidente ficou realmente triste por não ter podido estar presente numa final tão espectacular e agradecer publicamente o apoio das instituições patrocinadoras, o empenho da equipa organizativa e dos atletas participantes do evento. Acima de tudo, o Presidente é um amante ferveroso da modalidade e, se pudesse, não teria estado ausente.
Cumprimentos,
--
Bruno Dias
Presidente da FNS
Não apareceu.......
Sem desprimor para os representantes da FNS presentes, nomeadamente o seu vice-presidente José Soares que marca presença em todas as ocasiões, mais uma vez se confirmou que temos um Presidente ausente.
Saudações.